O jornalismo colaborativo, no qual o público participa na produção de conteúdos, caminha junto com o jornalismo tradicional, sem exclui-lo. No seminário do livro Cartografia da Informação (Pedro Henrique Penido e Jorge Rocha) , o jornalista é visto como um cartógrafo que "desenha" as informações e organiza as mais importantes, dentro do universo de participação do cidadão. Nesse contexto, o profissional não é mais um gatekeeper, e sim um gatewatcher.
Uma característica positiva do jornalismo colaborativo é que a postagem de matérias por usuários faz com que aumente o leque de fontes e fuja do que é normalmente com o que é noticiado pela mídia (agenda setting).
Desta discussão, surge a questão se essa nova maneira de fazer o jornalismo não ameaça a atuação do jornalista como um profissional. O que se percebe é que o conhecimento de técnicas de produção jornalística (apuração, estruturação de textos, entrevista) diferencia a qualidade do produto final. O vínculo com a categoria profissional e com o veículo de comunicação para o qual trabalha, exige a publicação de conteúdos checados que resultam na credibilidade da informação.
Claudia Mebs, Nayara D'Alama, Thayza Melzer
Espaço digital da disciplina Jornalismo Online, do Curso de Jornalismo da UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina, ministrada pela prof. Raquel Ritter Longhi.
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segunda-feira, 12 de abril de 2010
Sem medo de perder espaço
A metáfora presente no texto "Cartografia da Informação no Webjornbalismo" compara o jornalista a um cartógrafo, no sentido em que o esse responde pela organização, hierarquização e distribuição da informação. Assim, o profissional da informação passa a atuar mais como facilitador do que propriamente produtor do conteúdo - de gatekeeper, passa a gatewatcher -, propiciando maior participação do público na cobertura dos meios de comunicação.
Neste novo cenário digital, em que "todo mundo pode escrever", o jornalista precisa se reconfigurar sem temer a perda de espaço para o leitor. A função do profissional no jornalismo colaborativo passa a ser a de mediar o caos informacional e permitir que a audiência colabore no processo de produção jornalística. Além disso, o papel do cartógrafo da informação é manter o debate ativo, fornecendo subsídio e pondo em pauta assuntos para discussão.
Diego Vieira, Jéssica Camargo e Luiza Lessa
Neste novo cenário digital, em que "todo mundo pode escrever", o jornalista precisa se reconfigurar sem temer a perda de espaço para o leitor. A função do profissional no jornalismo colaborativo passa a ser a de mediar o caos informacional e permitir que a audiência colabore no processo de produção jornalística. Além disso, o papel do cartógrafo da informação é manter o debate ativo, fornecendo subsídio e pondo em pauta assuntos para discussão.
Diego Vieira, Jéssica Camargo e Luiza Lessa
Jornalista e cartógrafo, as novas funções no webjornalismo colaborativo
Na chamada cartografia da informação no webjornalismo pode-se entender que as "posições" no processo de produção entre jornalista e leitor/consumidor mudam de composição e tornam-se mais semelhantes, mais próximas. O jornalista deixa de ser apenas um contador de histórias, de fatos, e sua função passa a ser de selecionador e administrador das informações recebidas dos usuários. Assim, o profissional se torna um cartógrafo da informação, aquele que hierarquiza, mapeia e organiza as notícias de acordo com os critérios jornalísticos.
O jornalista deve compreender, neste novo momento, que o leitor e que o público como um todo sabe muito mais do que ele próprio e que, portanto, ele não é o único detentor da verdade. O público pode, por exemplo, conhecer notícias exclusivas que o jornalista não tem acesso. Os usuários evoluem de consumidores passivos a repórteres cidadãos. Em sites de relacionamentos sociais há também espaço para o surgimento de pautas e para discussão e apuração das mesmas. As trocas entre emissor e receptor se assemelham e até mesmo se confundem, o que é o fundamento do Jornalismo Colaborativo. O Centro de Mídia Independente (CMI) é um exemplo de site que vai ao encontro das características do webjornalismo colaborativo, mas que deixa clara sua política editorial. Colaborações que não se enquadram nos princípios do CMI, são postadas apenas na seção "artigos escondidos".
Berenice dos Santos, Claudia Xavier, Daniela Bidone e Débora Puel
O jornalista deve compreender, neste novo momento, que o leitor e que o público como um todo sabe muito mais do que ele próprio e que, portanto, ele não é o único detentor da verdade. O público pode, por exemplo, conhecer notícias exclusivas que o jornalista não tem acesso. Os usuários evoluem de consumidores passivos a repórteres cidadãos. Em sites de relacionamentos sociais há também espaço para o surgimento de pautas e para discussão e apuração das mesmas. As trocas entre emissor e receptor se assemelham e até mesmo se confundem, o que é o fundamento do Jornalismo Colaborativo. O Centro de Mídia Independente (CMI) é um exemplo de site que vai ao encontro das características do webjornalismo colaborativo, mas que deixa clara sua política editorial. Colaborações que não se enquadram nos princípios do CMI, são postadas apenas na seção "artigos escondidos".
Berenice dos Santos, Claudia Xavier, Daniela Bidone e Débora Puel
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segunda-feira, 5 de abril de 2010
A internet e as plataformas de gerenciamento de conteúdo jornalístico
Cada vez mais observa-se uma evolução na liguagem HTML. Antes a formatação do conteúdo era feita diretamente no código fonte do sistema, hoje há uma plataforma mais ‘amigável’ que facilita o gerenciamento e própria publicação dos conteúdos na internet.
Essa plataforma, chamada de CMS (content management system), está sendo amplamente usada por diversos portais na internet, inclusive sites de webjornalimso. Uma proposta bem sucedida é o Mediastorm. Com um layout muito simples, que logo interage com o internauta, o site concilia diversos conceitos de convergência multimidiática.
Nos documentários apresentados pelo site, observa-se que há uma integração de diversas mídias no mesmo espaço. Possibilidade que somente a internet permite devido as plataformas de gerenciamento de conteúdo.
Além da facilidade de uso, grande parte das plataformas CMS estão distribuídas gratuitamente na rede e são constantemente atualizadas pelos usuários. Exemplo muito conhecido é o Joomla. Através desse sistema qualquer internauta pode criar, e gerenciar um portal, jornalístico ou não, na internet. O único gasto pode ocorrer com a hospedagem no servidor e com o registro de domínio
Erich Casagrande, Thiago Verney, Débora Oliveira
Essa plataforma, chamada de CMS (content management system), está sendo amplamente usada por diversos portais na internet, inclusive sites de webjornalimso. Uma proposta bem sucedida é o Mediastorm. Com um layout muito simples, que logo interage com o internauta, o site concilia diversos conceitos de convergência multimidiática.
Nos documentários apresentados pelo site, observa-se que há uma integração de diversas mídias no mesmo espaço. Possibilidade que somente a internet permite devido as plataformas de gerenciamento de conteúdo.
Além da facilidade de uso, grande parte das plataformas CMS estão distribuídas gratuitamente na rede e são constantemente atualizadas pelos usuários. Exemplo muito conhecido é o Joomla. Através desse sistema qualquer internauta pode criar, e gerenciar um portal, jornalístico ou não, na internet. O único gasto pode ocorrer com a hospedagem no servidor e com o registro de domínio
Erich Casagrande, Thiago Verney, Débora Oliveira
Nada de tags, barras, dois pontos e colchetes
Se na época no surgimento da internet um jornalista quisesse publicar este post na internet, precisaria ter um conhecimento mínimo em html e php, o que, como você pode ver abaixo, não é nada fácil.
Hoje, porém, sistemas publicadores de conteúdo como o joomla e wordpress permitem que quem está na redação não precise ter mais do que conhecimentos básicos do funcionamento do sistema.
No joomla (sistema publicador open source), por exemplo, para publicar um artigo basta ter um login de acesso ao sistema e noção das possibilidades das ferramentas, que se assemelham a softwares habituais, como editores de texto. Na página inicial, clicando em “adicionar novo artigo” o colaborador pode escrever seu texto, alterar a formatação, adicionar links, vídeos e galerias de fotos e publicar o material em seguida. Nada de tags, barras, dois pontos, colchetes e programação manual, o sistema publicador se encarrega de fazer o serviço por você!

Por Claudia Mebs e Rosielle Machado
No joomla (sistema publicador open source), por exemplo, para publicar um artigo basta ter um login de acesso ao sistema e noção das possibilidades das ferramentas, que se assemelham a softwares habituais, como editores de texto. Na página inicial, clicando em “adicionar novo artigo” o colaborador pode escrever seu texto, alterar a formatação, adicionar links, vídeos e galerias de fotos e publicar o material em seguida. Nada de tags, barras, dois pontos, colchetes e programação manual, o sistema publicador se encarrega de fazer o serviço por você!
Por Claudia Mebs e Rosielle Machado
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Inovações de softwares facilitam gerenciamento de conteúdo online
Os sistemas gerenciadores de conteúdo causaram uma revolução na criação e atualização de sites na internet. Se antes era necessário ter noções de HTML ou contratar um programador, hoje basta fazer um download gratuito de esqueletos de site pré-programados. Joomla, Mambo e Drupal são exemplos de plataformas que permitem a criação e o gerenciamento de sites.
Estas novas ferramentas apresentam um template simples para criar e editar textos, fotos e vídeos. Além disso disponibilizam outros recursos como fórum de discussão, bate-papo, classificados, comércio eletrônico, blogs, entre outros. Usuários que ainda tem interesse em personalizar mais o visual do site, há softwares que facilitam modificações nos códigos de html, como o firebug. Esse sistema indica pontualmente o código que deverá ser modificado, de acordo com o espaço do site que se pretende modificar.
Berenice dos Santos, Daniela Bidone e Luiza Lessa.
Estas novas ferramentas apresentam um template simples para criar e editar textos, fotos e vídeos. Além disso disponibilizam outros recursos como fórum de discussão, bate-papo, classificados, comércio eletrônico, blogs, entre outros. Usuários que ainda tem interesse em personalizar mais o visual do site, há softwares que facilitam modificações nos códigos de html, como o firebug. Esse sistema indica pontualmente o código que deverá ser modificado, de acordo com o espaço do site que se pretende modificar.
Berenice dos Santos, Daniela Bidone e Luiza Lessa.
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O uso do Joomla na publicação de conteúdos online
A evolução de sistemas publicadores de conteúdos para a internet facilitou a prática profissional dos jornalistas, que já não são mais obrigados a lidar com códigos em HTML para postar material na web. O Joomla é um sistema de código aberto que traz várias ferramentas que permitem o usuário a postar, de maneira fácil e rápida, conteúdos como textos, imagens, vídeos, arquivos em flash, áudio, entre outras mídias. O programa apresenta um layout onde se encontra facilmente as funções desejadas. 
Uma das vantagens do Joomla é que a atualização dos arquivos pode ser feita instantaneamente, pois basta abrir o conteúdo já publicado, fazer alguma alteração e aplicar a mudança.

Uma das vantagens do Joomla é que a atualização dos arquivos pode ser feita instantaneamente, pois basta abrir o conteúdo já publicado, fazer alguma alteração e aplicar a mudança.
Por se tratar de um software livre, os usuários desenvolveram no próprio site do programa uma seção de tutoriais para tirar dúvidas de uso de determinadas funções.
Nayara D'Alama, Thayza Melzer
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